
segunda-feira, 28 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
Marcel Tobias Vieira
Adoção no Brasil
Segundo o vídeo “Adoção no Brasil”, preparado pela Associação dos Magistrados de Santa Catarina, no Brasil existe cerca de 80.000 crianças que moram em abrigos.
Grande parte dessas crianças tem alguém na família que passa a ficar responsável por elas, sendo aproximadamente 4,6% órfãs.
Infelizmente, no Brasil, a maioria das pessoas que procuram Entidades responsáveis para fazer a adoção de crianças que estão no abrigo, vão com a intenção de adotarem bebes de olhos claros, pele branquinhas e também na maioria das vezes, sendo meninas ou meninos de idade até 4 anos, ou seja, crianças que possam se acostumar com seu novo nome, novo lar e ainda, chamarem seus pais adotivos de pai e mãe com mais facilidade.
Muitas crianças estão morando em abrigos, porque seus pais se envolveram com drogas, bebidas alcoólicas e deixaram de dar os devidos cuidados a seus filhos que precisam tanto de atenção. Infelizmente, as drogas afetam a vida das pessoas, provindas talvez de abalos emocionais ou até mesmo de condições financeiras precárias.
Mas, também, por vezes, dessa falta de melhores condições de vida, muitos pais e mães são praticamente obrigados a tomarem determinadas decisões que acreditam que seja a melhor decisão, ou seja, que pela falta de um emprego, de dinheiro, de condições físicas, sociais e emocionais deixam seus filhos em abrigos, pois, pensam “melhor estarem lá no abrigo, onde se tem comida, casa, roupa e brinquedos” do que comigo, que não se tem nada e ainda passam fome.
Penso que: dar seu filho, seu bem mais precioso a um abrigo, pela falta de melhores condições.... é muito triste! É humilhante!
O sonho dessas crianças é voltar um dia para sua casa, para a sua família. Mas, isso, não depende muito delas, nem de juízes, nem de assistentes sociais e sim, depende de sua família (saírem das drogas, do álcool).
E para outras crianças que não possuem mais ninguém da família que possam se regenerar e voltarem a ficar com elas, o sonho é quase o mesmo, é ter alguém que as adote, que as coloquem em uma casa com uma família, que lhe deem carinho, atenção e principalmente AMOR!
Penso, então: um dia, o Brasil, o nosso Brasil, será um lugar mais justo e com menos desigualdades...
Escrito por: Marcel Tobias Vieira – Aluno do 1º Ano E – Ensino Médio
Segundo o vídeo “Adoção no Brasil”, preparado pela Associação dos Magistrados de Santa Catarina, no Brasil existe cerca de 80.000 crianças que moram em abrigos.
Grande parte dessas crianças tem alguém na família que passa a ficar responsável por elas, sendo aproximadamente 4,6% órfãs.
Infelizmente, no Brasil, a maioria das pessoas que procuram Entidades responsáveis para fazer a adoção de crianças que estão no abrigo, vão com a intenção de adotarem bebes de olhos claros, pele branquinhas e também na maioria das vezes, sendo meninas ou meninos de idade até 4 anos, ou seja, crianças que possam se acostumar com seu novo nome, novo lar e ainda, chamarem seus pais adotivos de pai e mãe com mais facilidade.
Muitas crianças estão morando em abrigos, porque seus pais se envolveram com drogas, bebidas alcoólicas e deixaram de dar os devidos cuidados a seus filhos que precisam tanto de atenção. Infelizmente, as drogas afetam a vida das pessoas, provindas talvez de abalos emocionais ou até mesmo de condições financeiras precárias.
Mas, também, por vezes, dessa falta de melhores condições de vida, muitos pais e mães são praticamente obrigados a tomarem determinadas decisões que acreditam que seja a melhor decisão, ou seja, que pela falta de um emprego, de dinheiro, de condições físicas, sociais e emocionais deixam seus filhos em abrigos, pois, pensam “melhor estarem lá no abrigo, onde se tem comida, casa, roupa e brinquedos” do que comigo, que não se tem nada e ainda passam fome.
Penso que: dar seu filho, seu bem mais precioso a um abrigo, pela falta de melhores condições.... é muito triste! É humilhante!
O sonho dessas crianças é voltar um dia para sua casa, para a sua família. Mas, isso, não depende muito delas, nem de juízes, nem de assistentes sociais e sim, depende de sua família (saírem das drogas, do álcool).
E para outras crianças que não possuem mais ninguém da família que possam se regenerar e voltarem a ficar com elas, o sonho é quase o mesmo, é ter alguém que as adote, que as coloquem em uma casa com uma família, que lhe deem carinho, atenção e principalmente AMOR!
Penso, então: um dia, o Brasil, o nosso Brasil, será um lugar mais justo e com menos desigualdades...
Escrito por: Marcel Tobias Vieira – Aluno do 1º Ano E – Ensino Médio
quinta-feira, 3 de junho de 2010
SUGESTÕES DE LIVROS - Adoção
Sugestões de livros
"EU NÃO TE AMAREI COMO AOS OUTROS" - O dia-a-dia da adoção - Françoise Laroche, mãe de quatro filhos – destes dois adotados – conheceu brutalmente, desde a primeira adoção, o itinerário difícil, semeado de entraves administrativos e de inquietudes múltiplas que conduzem, ou não, à adoção. Ela desejou e perseguiu esse objetivo. Experimentou todas as múltiplas facetas da adoção, as reações dos pais adotivos e, quando possível, dos adotados. Como bem disse Bernard Chevallier, jornalista da rede televisiva francesa TF1 quando da apresentação da primeira edição: “O livro de Françoise Laroche não é somente uma enquente, ou um testemunho, ele é, antes de tudo, um grito!”Autor: Françoise Champenois-LarocheCapa: Laura Machado Nº de páginas: 127ISBN: 85-205-0443-4Editora SulinaOnde encontrar: http://www.editorasulina.com.br/ (Departamento Editorial e Divulgação: (51) 3019.2102)
Nascidos em Nossos Corações: Histórias de Adoções - Se você estiver ou não pensando em adoção, se você foi adotado ou caso esteja em algum ponto da jornada da adoção, Nascidos em nossos Corações irá tocar sua alma e fazê-lo acreditar no poder transformador da esperança e do destino.Compilado por mãe e filha que foram reunidas através da adoção surge essa inspiradora coletânea de histórias verdadeiras que se entrelaçam em uma rica tapeçaria de experiências a partir de muitas perspectivas diferentes: mães biológicas que corajosamente deram seus filhos para outras criarem, mas que os mantêm para sempre em seus corações; pais adotivos ávidos por conhecerem sua criança perfeita; e crianças adotadas adultas que se tornaram parte de uma família.Autoras: Filis Casey & Marisa Catalina CaseyISBN: 8588648334Editora LandscapeOnde encontrar: Submarino.com.br
Quartinho Solitário, O - Uma história sobre adoção baseada em fatos reais - Eliana Gavioli. Com uma abordagem original e criativa, este livro irá inspirar muitas pessoas a ver o problema da esterilidade e das crianças cujos pais não puderam, por um motivo ou outro, assumir seus papéis. A autora e seu marido são pais adotivos de três crianças.Editora: Editora VidaAutora: Eliana GavioliISBN: 85-7367-101-7Onde encontrar: Submarino.com.br
Adoção - Significados e Possibilidades - Leila Dutra de Paiva nos oferece um trabalho inovador que leva os conhecimentos psicanalíticos ao contexto do judiciário. Contribui para a compreensão do complexo tema da adoção respeitando a delicadeza e a singularidade de cada situação atendida. Salienta a necessidade de permanentes questionamentos por parte do profissional que lida com o tema, desconstruindo idealizações e preconceitos sobre os significados de maternidade e paternidade. Aponta a importância da busca por concepções teóricas consistentes evitando o cumprimento automático de regras e leis. Leila problematiza a concepção presente no imaginário social de que a adoção , por se referir quase sempre a situações de abandono, estaria relacionada diretamente a problemas e conflitos. Enfatiza a importância de um trabalho que dê voz aos envolvidos e possibilite a expressão de opiniões e fantasias sobre a adoção e suas vicissitudes. O livro traz uma valiosa reflexão sobre as questões da adoção ao abordar pontos cruciais deste tema sob o olhar da psicanálise, mas também contribui para propiciar questionamentos quanto aos limites e alcance de sua utilização no âmbito institucional. É assim que Leila nos mostra que "o trajeto que conduz à paternidade e à filiação é quase sempre lento, sinuoso e repleto de ambiguidades, não somente nas adoções, mas em qualquer vínculo paterno-filial".Editora: Casa do Psicóloga - Autora: Leila Dutra de Paiva
Adoção exercício da fertilidade afetiva -- O livro é um dos mais completos trabalhos sobre adoção já realizados em nosso país. Apresenta todas as informações necessárias aos pais que desejam receber um filho em adoção, com talento, sensibilidade e profundo conhecimento da matéria, uma vez que a autora não só é mãe adotiva de duas filhas como dedica-se à coordenação de cursos de preparação aos pretendentes à adoção em sua cidade. Segundo a autora, não é imprescindível que crianças ou adolescentes sejam gerados biologicamente para serem amados, mas é preciso que sejam gerados psicológica e emocionalmente para que os laços de afeto - a serem estabelecidos mediante a adoção - ofereçam a segurança de que pais e filhos necessitarão. Assim, para que esse processo de "fertilidade afetiva" seja bem-sucedido, os futuros pais precisam considerar a adoção em seus múltiplos aspectos: legais, psicológicos, financeiros, familiares e sociais.Desse modo, inicia a obra conceituando a adoção e explicando quais são os tipos de adoção possíveis e aceitos pela legislação brasileira. Discorre sobre os pretendentes à adoção, sobre as forças que os motivam a trilhar esse caminho e quais as providências a serem tomadas para sua preparação. A seguir, apresenta o outro lado, ou seja: quem são as crianças e os adolescentes que podem ser adotados e como se comportam quando são recebidos em uma família. Tendo como base sua experiência e observação, a autora também escreve sobre a importância da educação em família e na escola para a formação de pessoas felizes e saudáveis. O texto é entremeado de depoimentos e mensagens que demonstram como o caminho da adoção - apesar de muitas vezes longo, árduo e até mesmo frustrante - pode ser gratificante e abençoado, se trilhado com amor e dedicação.Autora: Hália Pauliv de Souza
quarta-feira, 2 de junho de 2010
PASSO A PASSO PARA ADOTAR UMA CRIANÇA
Confira o passo a passo para adotar uma criança
Cerca de 8 mil crianças e adolescentes estão aptas à adoção, segundo pesquisa do Ipea. Cadastro nacional reunirá dados com perfis de crianças e possíveis pais adotivos.
Documentos, entrevistas e avaliação psicológica fazem parte do passo a passo para quem pretende adotar uma criança ou adolescente no país. Segundo relatório do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), 80 mil crianças e adolescentes vivem em abrigos no Brasil e cerca de 8 mil (10%) delas estão aptas para adoção.
Na terça-feira (29/04/2008), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), o que promete agilizar os processos.
O sistema será implantado nas varas da Infância e da Juventude até o mês de julho e todos os dados estarão inseridos no sistema em seis meses. A vara da infância é o primeiro local que os interessados em adoção devem procurar para iniciar o processo.
Quando estiver implantado, o CNA fornecerá informações sobre o número de crianças e adolescentes sob a tutela do estado, quantidade e localização de casais habilitados a adotar em todas as regiões, perfis completos e dados sobre os abrigos.
Segundo o CNJ, o procedimento para quem pretende adotar uma criança continuará o mesmo, mas os juízes terão acesso ao cadastro nacional para facilitar que casais encontrem crianças com seu perfil.
Quem pode adotarAdultos com mais de 21 anos, independentemente do estado civil, pode ser solteiro, casado, divorciado, ou viver em concubinato. Na hipótese de ser casado ou viver em uma relação de concubinato, a adoção deve ser solicitada por ambos, que participarão juntos de todas as etapas do processo adotivo. Será feita avaliação de estabilidade da união.Qualquer pessoa que seja pelo menos 16 anos mais velha que a criança a quem pretende adotar. A Justiça não prevê adoção por homossexuais. Neste caso, a autorização fica a critério do juiz responsável pelo processo.
Quem não pode adotarMenores de 18 anos. Os avós ou irmãos da criança pretendida. Nesse caso, cabe um pedido de guarda ou tutela, que deverá ser ajuizado na Vara de Família da cidade onde residem. O tutor não pode adotar tutelado.
Quem pode ser adotadoCrianças e adolescentes com até 18 anos a partir da data do pedido de adoção, órfãos de pais falecidos ou desconhecidos. Crianças e adolescentes cujos pais tenham perdido o pátrio poder ou concordarem com a adoção de seu filho.Maiores de 18 anos também podem ser adotados. De acordo com o novo Código Civil, a adoção depende de sentença de juiz.Crianças e adolescentes com 16 anos a menos que o adotante.Só podem ser colocados para adoção as crianças e adolescentes que já tiveram todos os recursos esgotados no sentido de mantê-los no convívio com a família de origem.
Documentação necessáriaRG e comprovante de residência;Cópia autenticada da certidão de casamento ou nascimento;Carteira de Identidade e CPF dos requerentes;Cópia do comprovante de renda mensal;Atestado de sanidade física e mental;Atestado de idoneidade moral assinado por duas testemunhas, com firma reconhecida;Atestado de antecedentes criminais.
O caminho da adoçãoSegundo Benedito Rodrigues dos Santos, secretário-executivo do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), o processo de adoção não é padronizado no país. "No primeiro momento, os interessados procuram a Vara da Infância e da Juventude mais perto de casa. Em seguida, eles passam por uma entrevista. O terceiro passo é a apresentação dos documentos necessários."Santos disse ainda que depois de analisada a documentação, os interessados passam por uma nova entrevista. "Desta vez, um assistente social vai até a casa do adotante para conhecer melhor a rotina dele. Depois disso, é iniciado o processo de escolha da criança. Feito isso, se for o caso, é dada a guarda temporária da criança para o adotante. Esse é o período de experiência e de avaliação."De acordo com o secretário-executivo do Conanda, se o adotante for aprovado, é 'iniciado' o processo na Justiça. "É quando o procedimento começa efetivamente. Tudo se encerra com a sentença do juiz aprovando ou não a adoção", disse Santos.
Matéria do reporter Glauco Araújo exibida em 02/05/2008 e retirada do site G1 da Rede Globo. Para ver a matéria no site do G1
Na terça-feira (29/04/2008), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), o que promete agilizar os processos.
O sistema será implantado nas varas da Infância e da Juventude até o mês de julho e todos os dados estarão inseridos no sistema em seis meses. A vara da infância é o primeiro local que os interessados em adoção devem procurar para iniciar o processo.
Quando estiver implantado, o CNA fornecerá informações sobre o número de crianças e adolescentes sob a tutela do estado, quantidade e localização de casais habilitados a adotar em todas as regiões, perfis completos e dados sobre os abrigos.
Segundo o CNJ, o procedimento para quem pretende adotar uma criança continuará o mesmo, mas os juízes terão acesso ao cadastro nacional para facilitar que casais encontrem crianças com seu perfil.
Quem pode adotarAdultos com mais de 21 anos, independentemente do estado civil, pode ser solteiro, casado, divorciado, ou viver em concubinato. Na hipótese de ser casado ou viver em uma relação de concubinato, a adoção deve ser solicitada por ambos, que participarão juntos de todas as etapas do processo adotivo. Será feita avaliação de estabilidade da união.Qualquer pessoa que seja pelo menos 16 anos mais velha que a criança a quem pretende adotar. A Justiça não prevê adoção por homossexuais. Neste caso, a autorização fica a critério do juiz responsável pelo processo.
Quem não pode adotarMenores de 18 anos. Os avós ou irmãos da criança pretendida. Nesse caso, cabe um pedido de guarda ou tutela, que deverá ser ajuizado na Vara de Família da cidade onde residem. O tutor não pode adotar tutelado.
Quem pode ser adotadoCrianças e adolescentes com até 18 anos a partir da data do pedido de adoção, órfãos de pais falecidos ou desconhecidos. Crianças e adolescentes cujos pais tenham perdido o pátrio poder ou concordarem com a adoção de seu filho.Maiores de 18 anos também podem ser adotados. De acordo com o novo Código Civil, a adoção depende de sentença de juiz.Crianças e adolescentes com 16 anos a menos que o adotante.Só podem ser colocados para adoção as crianças e adolescentes que já tiveram todos os recursos esgotados no sentido de mantê-los no convívio com a família de origem.
Documentação necessáriaRG e comprovante de residência;Cópia autenticada da certidão de casamento ou nascimento;Carteira de Identidade e CPF dos requerentes;Cópia do comprovante de renda mensal;Atestado de sanidade física e mental;Atestado de idoneidade moral assinado por duas testemunhas, com firma reconhecida;Atestado de antecedentes criminais.
O caminho da adoçãoSegundo Benedito Rodrigues dos Santos, secretário-executivo do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), o processo de adoção não é padronizado no país. "No primeiro momento, os interessados procuram a Vara da Infância e da Juventude mais perto de casa. Em seguida, eles passam por uma entrevista. O terceiro passo é a apresentação dos documentos necessários."Santos disse ainda que depois de analisada a documentação, os interessados passam por uma nova entrevista. "Desta vez, um assistente social vai até a casa do adotante para conhecer melhor a rotina dele. Depois disso, é iniciado o processo de escolha da criança. Feito isso, se for o caso, é dada a guarda temporária da criança para o adotante. Esse é o período de experiência e de avaliação."De acordo com o secretário-executivo do Conanda, se o adotante for aprovado, é 'iniciado' o processo na Justiça. "É quando o procedimento começa efetivamente. Tudo se encerra com a sentença do juiz aprovando ou não a adoção", disse Santos.
Matéria do reporter Glauco Araújo exibida em 02/05/2008 e retirada do site G1 da Rede Globo. Para ver a matéria no site do G1
Fonte: http://www.adocaobrasil.com.br/news011.asp
Adoção
"ADOÇÃO" será o nosso primeiro tema!
Nesse tópico, discutiremos e escreveremos sobre:
* Sentimentos do Adotado;
* Sentimentos do Adotante;
* A espera por um lar;
* A ansiedade dos pais adotivos em serem chamados pela instituição!;
* Dúvidas sobre os pais biológicos;
* A vida de crianças e jovens nos abrigos e/ou orfanatos.
E muito mais...
Aguardem novas postagens.
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